
Inicialmente, o Pedro desenhou o rato Mickey, que recortou e coloriu.
Um dia depois, em conversa com o Alexandre, decidiram ambos desenhar uma embarcação. Após rabiscar numa folha de papel um barco à vela, iniciou uma discussão com o Alexandre, afirmando que, como o do irmão não possuia os ditos acessórios de pano, na sua opinião de conceituado engenheiro, a navegabilidade estaria condenada ao fracasso por falta de meio propulsor.
A mãe, acenando a bandeira da mediação de conflitos, lá explicou que os barcos... ou navios (que neste blogue não se atenta à dignidade dos marinheiros) também podem ser movidos pela força aplicada aos remos, ou por um qualquer motor, eléctrico, nuclear ou convencional de combustão interna, aproveitando neste caso para fornecer uma explicação detalhada sobre o ciclo "Otto", que as crianças absorveram com a maior atenção.
Após tamanha lição, o Pedro concluiu que os barcos também poderiam acumular mais do que um sistema propulsor, e decidiu que o barco dele seria uma dessas multifacetadas obras de engenharia. Foi então adicionado um complexo sistema mecânico com uma hélice no casco. Depois de tudo devidamente pintado, surgiu então a ideia de unir a embarcação ao mais famoso ratinho do mundo, criado no dia anterior.
Após tamanha lição, o Pedro concluiu que os barcos também poderiam acumular mais do que um sistema propulsor, e decidiu que o barco dele seria uma dessas multifacetadas obras de engenharia. Foi então adicionado um complexo sistema mecânico com uma hélice no casco. Depois de tudo devidamente pintado, surgiu então a ideia de unir a embarcação ao mais famoso ratinho do mundo, criado no dia anterior.
A versão final que aqui vos apresentamos, foi colada com menos de 4,35 quilogramas de fita cola!
(P.S. - Ficámos sem saber se o dono do barco seria amigo do Mickey, ou se a intenção foi parecer que o tinha mandado borda fora!)